
A iniciativa pioneira, batizada de Projeto Gutenberg surgiu em 1971 quando o então estudante Michael Hart recebeu o direito de usar os computadores da Universidade de Illinois (EUA) e começou a digitar obras importantes para que todos pudessem ter acesso à informação. Hoje já existem mais de 14 mil livros distribuídos livremente na Internet, graças a centenas de pessoas em todo o mundo que trabalham voluntariamente para democratizar o acesso ao conhecimento.
O Projeto Gutenberg tem o objetivo de facilitar a distribuição da informação. Os arquivos são armazenados e distribuídos em texto puro (o formato mais simples possível) e podem ser lidos em qualquer computador, dos modernos e portáteis PDAs (Personal Digital Assistants) como palm/pilot, jornada, psion e cassiopeia até os antigos Apple II.
O Projeto Gutenberg tem o objetivo de facilitar a distribuição da informação. Os arquivos são armazenados e distribuídos em texto puro (o formato mais simples possível) e podem ser lidos em qualquer computador, dos modernos e portáteis PDAs (Personal Digital Assistants) como palm/pilot, jornada, psion e cassiopeia até os antigos Apple II.
Em 2006, o Projeto Gutenberg afirmava ter mais de 20.000 itens no seu acervo, com uma média de mais de 50 novos livros-e adicionados semanalmente. Estes são sobretudo obras da literatura da tradição cultural ocidental. Para além de literatura tal como romances, poesia, contos e teatro, o Projeto Gutenberg também tem livros de culinária, obra de referência e partes de periódicos. O acervo do Projeto Gutenberg também tem alguns itens não-textuais tais como ficheiros de áudio e partituras musicais.
A maioria dos lançamentos é em inglês, mas existem também números significativos em outras línguas. Em Agosto de 2006, as línguas que não o inglês, mais representadas era (por ordem): francês, alemão, finlandês, neerlandês, espanhol e português.
Sempre que possível, os lançamentos do Gutenberg estão disponíveis em texto puro, sobretudo utilizando a codificação de caracteres ASCII mais frequentemente estendida para ISO-8859-1. Também podem ser lançados outros formatos quando enviados pelos voluntários, sendo o mais comum o HTML. Os formatos que não são facilmente editáveis, como o PDF, não são normalmente considerados conformes aos objetivos do Projeto Gutenberg, embora alguns tenham sido acrescentados ao acervo. Há anos que existem discussões sobre a utilização de algum tipo de XML embora os progressos quanto a esse assunto tenham sido lentos.
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